segunda-feira, 26 de julho de 2010

Talvez

E eu não entendo. Não te entendo, não me entendo. alguma coerência nisso? O mínimo que seja? Você me confunde. E frequentemente eu ainda me questiono se isso, de fato, seria coisa da minha cabeça? Mas não.
Queria eu muitas vezes que fosse, essa é uma questão oscilante pra mim...Você não entenderia.
E se te perguntassem a nossa situação hoje, você responderia sem hesitar. Mas e amanhã? E depois? Exato... Um dia, talvez. Não sei o que eu quero, não sei o que eu penso em relação a isso ou a você de uma maneira geral. O que me incomoda, já que tenho uma opinião pré-formada sobre quase tudo e todos.
Enfim... Vamos continuando, desse jeito fácil e prático. Quem sabe, quem jamais saberia?
Um dia, outra hora. Talvez.
"I think I miss what I thought we could be."

Querida "..."

Sentei para escrever um texto no mínimo ofensivo pra você e não saiu nada, nem uma palavra sequer. Então percebi que só escrevo pra quem me importa. Não escrever mais pra você, eis a ofensa.

Com carinho
J.

Palavras

E é na dor que eu escrevo
Somente no vazio do meu mundo que encontro as palavras
Mundo particular
Particularmente ímpar
Em meio ao caos lá estão elas
Encaram-me
Confortam-me
Tiram-me da solidão e me fazem companhia
E é la
Naquela fração de segundo
Que eu escrevo